Psicose
Psicose é uma condição de saúde mental em que a pessoa perde o contato com a realidade. Isso significa que ela pode ver, ouvir ou acreditar em coisas que não são reais. É mais comum em adolescentes mais velhos e jovens adultos, mas também pode ocorrer em crianças, embora seja raro.
Quando a psicose começa na infância, geralmente inicia de forma lenta. A criança pode se tornar mais isolada, ter dificuldades para se concentrar ou parecer ansiosa porque está vivenciando coisas que os outros não conseguem ver ou ouvir.
Essas experiências podem ser muito assustadoras, especialmente se as alucinações forem ameaçadoras ou acusatórias. Os cuidadores podem notar mudanças no comportamento da criança, como irritabilidade ou dificuldades para dormir.
É importante entender que esses comportamentos não são apenas rebeldia, mas sinais de angústia. O reconhecimento precoce e o tratamento podem ajudar a controlar os sintomas e melhorar os resultados.
Quais são os sintomas da psicose?
É comum que crianças pequenas tenham imaginações ativas. Elas podem ter amigos imaginários, falar sozinhas ou acreditar em criaturas mágicas. Isso faz parte do desenvolvimento natural.
À medida que as crianças crescem, elas aprendem a distinguir entre fantasia e realidade. Aqui está o que você pode ver normalmente: crianças brincam de faz de conta e podem ter amigos imaginários.
Elas começam a entender a diferença entre o real e o imaginário, mas suas imaginações ainda estão ativas. O pensamento das crianças se torna mais lógico e realista. O pensamento das crianças se torna mais abstrato e complexo, mas elas geralmente entendem a realidade.
Sintomas principais da psicose
- Delírios: São crenças fortes que não são verdadeiras, como pensar que alguém está tentando prejudicá-las ou que têm poderes especiais. Uma criança pode sentir que uma pessoa poderosa está enviando mensagens para ela ou que alguém que conhece foi substituído por uma pessoa parecida.
- Alucinações: Significa ver ou ouvir coisas que não estão lá. Uma criança pode ouvir vozes que mais ninguém ouve ou ver coisas que os outros não veem.
- Fala desorganizada: Pode incluir falar de uma forma que não faz sentido ou pular de um tópico para outro sem uma conexão clara. Uma criança pode ter pensamentos confusos que os outros não conseguem entender.
- Comportamento desorganizado ou catatônico: Isso inclui agir de maneiras que parecem estranhas ou não se mover de forma alguma. Uma criança pode falar sozinha em público ou sentir que não está no controle do próprio corpo.
Sinais precoces associados à psicose
Sinais precoces, conhecidos como sinais prodômicos, podem indicar o início da psicose em uma criança ou adolescente. Eles podem incluir:
- Retirar-se dos amigos e da família
- Mudanças nos padrões de sono ou alimentação
- Menos preocupação com a aparência ou higiene
- Dificuldade em organizar pensamentos ou fala
- Perda de interesse nas atividades habituais
- Ideias ou comportamentos incomuns
- Percepções incomuns, como ver sombras ou ouvir vozes
Esses sintomas podem estar relacionados a vários transtornos, como esquizofrenia, transtorno esquizoafetivo ou transtorno psicótico breve. A esquizofrenia envolve sintomas persistentes, como delírios e alucinações, enquanto o transtorno esquizoafetivo inclui episódios de humor juntamente com sintomas psicóticos. O transtorno psicótico breve é uma condição de curto prazo com sintomas semelhantes.
Sintomas psicóticos em crianças e adolescentes também podem ocorrer junto com outros transtornos de saúde mental, como depressão ou transtorno bipolar, ou devido a condições médicas ou uso de substâncias. É importante obter um diagnóstico adequado para entender a causa e encontrar o tratamento certo.
Como a psicose é diagnosticada?
O diagnóstico da psicose deve ser feito por um(a) profissional de saúde mental. Primeiro, ele verifica se há condições médicas ou uso de substâncias que possam explicar os sintomas. Depois, faz uma análise detalhada da experiência da criança ou adolescente para entender o que está acontecendo e indicar o melhor cuidado.
Esse processo pode exigir várias consultas para entender como os sintomas se desenvolvem e mudam ao longo do tempo. Uma parte essencial do diagnóstico é determinar se a criança ou adolescente consegue reconhecer que suas experiências não são reais. Se ele consegue, isso sugere que os sintomas estão em estágios iniciais. À medida que os sintomas se tornam mais graves, essas crenças se tornam mais difíceis de desafiar.
O profissional de saúde mental usará entrevistas, questionários e observações para fazer o diagnóstico e decidir o melhor plano de tratamento.
Fotos sobre Psicose
Prevalência mundial:
Estima-se que a condição clínica esteja presente entre 0,3% e 0,7% da população mundial, embora varie amplamente entre diferentes grupos e estudos. No entanto, a prevalência de sintomas psicóticos entre crianças e adolescentes varia de 7,5% a 17%.
Impacto da condição no Brasil:
Embora os estudos sejam limitados, a prevalência estimada de esquizofrenia, um transtorno psicótico crônico, é de 0.04% em adolescentes brasileiros de 10 a 19 anos, e de menos de 0.01% em crianças do país.
Proporção entre os sexos:
Os dados de gênero para a condição clínica mostram que os homens são diagnosticados com mais frequência do que as mulheres, numa proporção de 1,54:1.
Idade mais comum de início:
A idade mais comum de início para a condição clínica é estimada em 20,5 anos.
Proporção dos casos que surgem antes dos 18 anos:
Cerca de 8,2% dos indivíduos com a condição clínica terão sido diagnosticados até os 18 anos.
Quais são os fatores associados à psicose?
Alguns fatores comuns ligados à psicose são:
- Adversidades na infância: Experiências como maus-tratos por adultos, bullying entre pares e morte de cuidador(a) podem aumentar o risco de desenvolver psicose.
- Fatores médicos e genéticos: Algumas condições médicas, síndromes genéticas e distúrbios como epilepsia podem contribuir para a psicose.
- Fatores prenatais e de vida precoce: Complicações durante a gravidez, doenças maternas e ambientes familiares estressantes podem ser fatores de risco para a psicose.
- Fatores ambientais e sociodemográficos: Viver em áreas urbanas, ser imigrante e ter um status socioeconômico mais baixo estão associados a um risco maior de psicose.
Quais outros transtornos co-ocorrem com a psicose?
A psicose frequentemente ocorre juntamente com outros transtornos. Muitos indivíduos com psicose também têm transtornos relacionados ao uso de substâncias, com alta prevalência de uso de tabaco.
Transtornos de ansiedade, como transtorno obsessivo-compulsivo e transtorno de pânico, também são comuns. Além disso, condições como transtorno de personalidade esquizoide ou paranoide podem preceder o início da psicose.
A depressão é outro transtorno frequente que co-ocorre, afetando significativamente a qualidade de vida e o funcionamento de quem tem psicose. Compreender essas condições co-ocorrentes é importante para um tratamento e manejo eficazes.
Como a psicose é tratada?
O tratamento da psicose envolve uma combinação de abordagens adaptadas às necessidades individuais. A intervenção precoce é crucial para controlar os sintomas e melhorar os resultados.
A psicoterapia é uma parte importante do tratamento. A Terapia Cognitivo-Comportamental para psicose (TCCp) ajuda os indivíduos a mudarem seus padrões de pensamento e a lidarem com os sintomas. A educação e o apoio da família também são essenciais, pois ajudam os familiares a entender a condição e apoiar o ente querido. Ajustes no estilo de vida, como redução do estresse e garantia de um ambiente de apoio, também podem ser benéficos.
Os medicamentos desempenham um papel importante no manejo da psicose. Medicamentos antipsicóticos ajudam a reduzir sintomas como alucinações e delírios. É importante usar a menor dose eficaz para minimizar os efeitos colaterais.
Esses medicamentos podem levar várias semanas para mostrar os efeitos completos, por isso o monitoramento contínuo por um profissional de saúde é essencial. Combinar medicamentos com terapia e apoio pode proporcionar os melhores resultados para indivíduos com psicose.
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Clinical description, symptoms, and diagnostic information
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